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27 de out. de 2011

Resultado da Premiação do 1º Salão de Arte Contemporânea da UFPR Litoral


No dia 17 de Outubro de 2011, saiu o resultado dos prêmios(livros de arte) que as professoras Luciana Ferreira, Joelma Estevam e Gisele Kliemann ofereceram aos alunos que se destacaram na criação das obras do 1º Salão de Arte Contemporânea que aconteceu no centro cultural da UFPR Litoral entre os meses de Agosto, Setembro e Outubro. Quem conquistou o 1º lugar foi a aluna Daiane Araripe com a Obra "Dois Lados", o 2º Lugar ficou com as alunas Ana Paula Reis e Eduarda Leme com a Obra "Bonecas", e o 3º Lugar ficou com os aluno(a)s Luara Escobar, Roberto Rodrigo do Amaral Brasilio, Vanessa Cordeiro e Veridiane dos Santos Souza com a Obra "O Ninho". Todas as obras da mostra foram releituras feitas do Livro de Gaston Bachelard "A Poética do Espaço", a organização e realização da exposição foi feita pelos acadêmicos da turma 2010 do Curso de Licenciatura em Artes sob orientação e curadoria da Profª Luciana Ferreira. Para conferir fotos da exposição CLIQUE AQUI.

14 de ago. de 2011

1º Salão de Arte Contemporânea da UFPR Setor Litoral


Nesta Quinta Feira dia 18 de Agosto aconteceu a vernissage do 1° Salão de Arte Contemporânea do Setor Litoral, idealizado pela Professora Luciana Ferreira e pelos alunos da Turma de Artes turma 2010. Foi um momento muito especial para os artistas e para o curso de Artes, os participantes puderam apreciar as obras que são releituras  do livro de Gaston Bachelard “A Poética do Espaço”, sendo assim a exposição possui relação direta com esses textos e com os devaneios pessoais de cada artista. 


3 de jun. de 2011

Livro: A Arte da Performance - Jorge Glusberg


Editora: Perspectiva
ano: 2009
descrição: Com A Arte da Performance, o leitor poderá entrar em contato com um gênero de arte cada vez mais praticado e, no entanto, ainda pouco entendido. Dada a importância simbólica, o poder ritual, o impacto emocional, o alcance antropológico e o envolvimento interdisciplinar de suas operações e realizações artísticas, esses eventos-ações apresentam intenso teor polêmico, atraindo o debate crítico e o interesse acadêmico. Não é de surpreender, pois, o fato de ter sido precisamente na New York University que o autor deste livro reuniu, em aulas, parte de seu material de análise, sendo a outra parte produto de sua larga reflexão sobre a questão. Esclarecendo as relações desta proposta de expressão criativa com suas predecessoras, ....



31 de mai. de 2011

O Que é Arte - Jorge Coli (E-book)

O autor nos mostra que um determinado objeto não é mais arte que os outros, só por assim ter sido considerado através dos critérios de um crítico. Pois tal julgamento não atinge um nível elevado e suficiente para ser considerado como obra de arte. Um exemplo muito claro disso é quando Coli faz a associação entre um carpinteiro e um artista, mencionando que o carpinteiro pode apreciar ou até mesmo criticar a qualidade de um móvel, tendo como embasamento os seus conhecimentos. Sendo assim, sua chance de acertar sobre a qualidade do mobiliário é praticamente garantida. Porém, o mesmo não ocorre com o crítico de arte, pois tal questão carrega uma complexidade maior, pois não se dispõe do recurso da objetividade. A construção de um mobiliário é objetiva, a arte, não. O autor também afirma que é necessário ter-se conhecimento do estilo do autor para que se possa reconhecer com facilidade sua produção. Apesar de um autor possuir o seu próprio estilo, com o passar dos tempos ele pode sofrer sutis mudanças, transformando assim a sua estilística.

            Falar de estilos quase chega a ser o mesmo de se falar em rótulos, pois há um valor excessivo atribuído a esta palavra que tem por objetivo confortar os admiradores da arte. Mas dado a complexidade artística ela pode não ser suficiente, pois tudo o que é rotulado se restringe, ou seja, em se tratando de arte isso pode reduzir a uma definição formal e lógica.

            Jorge Coli também menciona a distinção entre o crítico e o historiador. O primeiro apenas analisa, deixando então sua função restrita e seletiva; enquanto o historiador procura evitar os julgamentos de autor, mesmo não conseguindo muitas vezes, deixar certos critérios seletivos de lado. O autor também nos apresenta diversas figuras como, por exemplo, A Sagrada Família de Michelangelo e a Sagrada Família de Pieter Paul Rubens, servindo como objeto de estudo para facilitar a explicação entre os vários planos utilizados por um outro autor. Dentre tantos esclarecimentos sobre o que é arte, também trata sobre o evolucionismo autônomo das formas, citando Focilon (1934) e seu livro, A Vida das Formas. Vimos que a vitalidade e conservação da arte ligam-se a fatores que ultrapassam, mesmo ela desempenhando um novo papel exterior e superficial. Mas ainda assim o exterior e superficial não se reduzem a tais fatos, uma vez que eles se dissimulam e caricaturam seu papel de instrumento de prazer cultural e de riqueza inesgotável.

            Mais do que explicações, conceitos, exemplos e comparações, podem-se perceber que a maior comunicação do objeto artístico conosco se faz através da emoção, do espanto, da intuição, das associações, evocações e seduções. Ficou claro que uma obra pode ser descrita e desenvolvida a várias análises, assinalados com um ou outro problema e que podem ser propostas relações e comparações, mas isso tudo são modos se aproximação do objeto artístico e praticamente impossível esgotá-lo.

            Em resumo pode-se dizer que o objeto artístico não pertence ao campo racional.

Por Rafael Vasconcelos

Fonte: http://abcdorafa.blogspot.com/2010/11/resenha-do-livro-o-que-e-arte-jorge.html

27 de mai. de 2011

Auto Retrato - Técnica de Colagem

Abaixo está o resultado de trabalhos individuais realizados pelos alunos da turma de Artes 2010, o objetivo era retratar a personalidade do aluno em sua obra através da técnica de colagem.







































7 de abr. de 2011

A Poética do Espaço


Sinopse
Como uma imagem por vezes muito singular pode revelar-se uma concentração de todo o psiquismo? Como esse acontecimento singular e efêmero que é o aparecimento de uma imagem poética singular pode reagir em outras almas, apesar de todas as barreiras do senso comum, de todos os pensamentos sensatos, felizes em sua imobilidade? É a essas questões que G. Bachelard tenta responder nesse ensaio sobre fenomenologia.



28 de mar. de 2011

A Identidade Cultural na Pos-Modernidade

Em A Identidade cultural na Pós-Modernidade (2003), Stuart Hall busca avaliar se estaria ocorrendo uma crise com a identidade cultural, em que consistiria tal crise e qual seria a direção da mesma em momento pós-moderno.

Para efetivar tal intento, analisa o processo de fragmentação do indivíduo moderno enfatizando do surgimento de novas identidades, sujeitas agora ao plano da história, da política, da representação e da diferença.

A preocupação de Hall também se volta para o modo como haveria se alterado a percepção de como seria concebida a identidade cultural. Todos esses aspectos constituem-se como fases de um procedimento analítico que intenta descrever o processo de deslocamento das estruturas tradicionais ocorrido nas sociedades modernas, assim como  o descentramento dos quadros de referências que ligavam o indivíduo ao seu mundo social e cultural. Tais mudanças teriam sido  ocasionadas, na contemporaneidade, principalmente, pelo processo de globalização.

A globalização alteraria as noções de tempo e de espaço, desalojaria o sistema social e as estruturas fixas e possibilitaria o surgimento de uma pluralização dos centros de exercício do poder. Quanto ao descentramento dos sistemas de referências, Hall considera seus efeitos nas identidades modernas, enfatizando as identidades nacionais, observando o que gerou, quais as formas e quais as conseqüências da crise dos paradigmas do final do século XX.