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28 de out. de 2010

Seis características do professor do século 21


1 - Ter boa formação
Foto: Natty Canto
Mariléa Giacomini Arruda

O mestrado é o caminho natural
"Eu me formei em Letras há 20 anos e, assim que fiquei frente a frente com os alunos, percebi que não estava preparada para tantos desafios didáticos. Logo me dei conta de que os bons educadores, aqueles que realmente fazem a turma aprender, são os que não param de estudar. Comecei procurando textos para ler por conta própria. Levava esse material para a escola e discutia sobre ele com a equipe. Isso não só me ajudou a dominar cada vez mais o conteúdo curricular como também me deu ferramentas para pensar em novas formas de abordá-lo durante as aulas. Para me aperfeiçoar ainda mais, senti que precisava voltar à universidade. Optei por cursar um mestrado em Língua Portuguesa na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Estudei a questão gramatical, o que me deu embasamento para trabalhar o tema com meus alunos de 5ª a 7ª séries.

20 qualidades do professor ideal

Ao listar características de bons professores, o Referencial para o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente reconhece que nem todos podem ser avaliados por provas

O docente ideal:
1. Domina os conteúdos curriculares das disciplinas.
2. Tem consciência das características de desenvolvimento dos alunos.
3. Conhece as didáticas das disciplinas.
4. Domina as diretrizes curriculares das disciplinas.
5. Organiza os objetivos e conteúdos de maneira coerente com o currículo, o desenvolvimento dos estudantes e seu nível de aprendizagem.
6. Seleciona recursos de aprendizagem de acordo com os objetivos de aprendizagem e as características de seus alunos.
7. Escolhe estratégias de avaliação coerentes com os objetivos de aprendizagem.
8. Estabelece um clima favorável para a aprendizagem.
9. Manifesta altas expectativas em relação às possibilidades de aprendizagem de todos.
10. Institui e mantém normas de convivência em sala.
11. Demonstra e promove atitudes e comportamentos positivos.
12. Comunica-se efetivamente com os pais de alunos.
13. Aplica estratégias de ensino desafiantes.
14. Utiliza métodos e procedimentos que promovem o desenvolvimento do pensamento autônomo.
15. Otimiza o tempo disponível para o ensino.
16. Avalia e monitora a compreensão dos conteúdos.
17. Busca aprimorar seu trabalho constantemente com base na reflexão sistemática, na autoavaliação e no estudo.
18. Trabalha em equipe.
19. Possui informação atualizada sobre as responsabilidades de sua profissão.
20. Conhece o sistema educacional e as políticas vigentes.

Por que é tão difícil fazer diferente?

Resolvi compartilhar uma historinha bem interessante e inspiradora. Ela vem de uma famosa experiência realizada com macacos pra explicar por que temos tanta dificuldade em modificar processos preestabelecidos. Aqui vai:
Comece com uma jaula contendo cinco macacos. Dentro da jaula, pendure um cacho de banana numa corda e coloque uma escada debaixo dele. Em breve, um macaco irá até à escada e começará a subir em direção às bananas. Assim que ele tocar na escada, todos os outros macacos são pulverizados com água gelada. Após um tempo, outro macaco fará uma tentativa com o mesmo resultado, e todos os outros macacos são pulverizados com água gelada. Em pouquíssimo tempo os macacos tentarão impedir que isso aconteça.
Agora, deixe a água gelada de lado. Remova um macaco da jaula e substitua-o por um outro. O novo macaco vê a banana e deseja subir na escada. Para sua surpresa e horror, todos os outros macacos o atacam. Após outra tentativa e ataque, ele descobre que se tentar subir na escada, será atacado.
Em seguida, remova outro dos cinco macacos originais e coloque um novo. O recém-chegado vai à escada e é atacado. O novato anterior participa da punição com entusiasmo! Da mesma forma, troque o terceiro macaco, e o quarto, e o quinto.
Toda vez que o macaco mais recente chega à escada, é atacado. A maioria dos macacos que está batendo nele não tem idéia do porquê não é permitido subir na escada, ou por que está participando no espancamento do macaco novato. Depois de substituir todos os macacos originais, nenhum dos macacos restantes jamais foi pulverizado com água gelada. Apesar disso, nenhum macaco jamais se aproximará novamente da escada para tentar pegar as bananas.
E por que não? Porque, até onde eles sabem, é assim que as coisas sempre foram feitas por aqui.
Ajuda a entender muita coisa, não acham?

Fonte: http://solomon1.com/a/2010/04/por-que-e-tao-dificil-fazer-diferente/

A Arte de Stephan Doitschinoff


Quem, quando criança, nunca rabiscou a parede de casa com giz de cera? Quem, quando criança, nunca sujou a roupa com tinta guache? Dessas brincadeiras surgem grandes talentos, como é o caso do artista plástico Stephan Doitschinoff. Ele nasceu em São Bernardo do Campo (SP) há 28 anos. Na infância, brincava na rua, andava de carrinho de rolimã e skate. Aos 6 anos se interessou por arte e começou a desenhar. Na adolescência fez cursos para aprender novas técnicas. No começo dos anos 1990 conheceu a arte de rua e se apaixonou. Com seu trabalho inovador, ganhou notoriedade na cena paulistana. Chegou a trabalhar para as marcas Red Bull e Ellus.
Este ano, recebeu convite do Sepultura (banda mineira de heavy metal) para fazer a arte do novo CD do grupo. O conceito do disco é baseado na obra Divina Comédia, do poeta italiano Dante Aliguieri. “O Sepultura me contratou para pintar uma série de dez telas inspiradas no livro e nas músicas”, explicou Doitschinoff.
No inicío dos anos 2000, mudou-se para a Europa. Lá teve vários trabalhos expostos, chegando a vender telas para o astro Jimmy Page, guitarrista do Led Zeppelin. “Jimmy e a mulher dele compraram telas minhas, eles foram na minha exposição em Windsor [Reino Unido].” Além disso, teve uma arte publicada em um livro na França. Por falar em livro, Calma, como é conhecido, fez a capa de um livro da antropóloga Florencia Ferrari, no Brasil.
Leia abaixo os principais trechos da entrevista que ele concedeu na semana passada, parte por e-mail, parte por serviço de mensagem instantânea:

Você nasceu No ABC Paulista, em 10 de março de 1977. Fale um pouco sobre a sua infância.
Meu pai era pastor evangélico, cresci entre a igreja e a rua. Quando eu era criança curtia ficar na rua, jogar taco, andar de carrinho de rolimã e mais tarde passei para o skate. Nasci em São Bernardo, mas cresci no planalto paulista, na zona sul de São Paulo.
Quando e como começou o interesse por arte?
Desenho desde criança, acho que desenho desde uns 6 ou 7 anos.

A surpreendente verdade sobre o que nos motiva...

26 de out. de 2010

Cyberbullying: a violência virtual

Na internet e no celular, mensagens com imagens e comentários depreciativos se alastram rapidamente e tornam o bullying ainda mais perverso. Como o espaço virtual é ilimitado, o poder de agressão se amplia e a vítima se sente acuada mesmo fora da escola. E o que é pior: muitas vezes, ela não sabe de quem se defender

 

Aula do Juca - Cultura Chinesa e Kung Fu - 25/10/2010





Aconteceu nessa Segunda (25) aula com o Professor de Kung Fu Rodrigo a qual compartilhou com a galera um pouco da Arte Marcial mais antiga do mundo, além de mostrar um pouco da cultura chinesa e mostrar na prática alguns movimentos de defesa pessoal e tai chi.